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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Teatro e histórias

Depois das aulas de teatro eu passei a usá-lo mais na minha prática, e percebi o quanto essa interdisciplina e Literatura estão relacionadas, eu já contava muitas histórias para os meus alunos e também utilizava o teatro, mas só na hora da Meditação, para apresentar uma passagem bíblica, agora passei a utilizá-las de forma integrada, na hora do conto apresentando histórias dramatizadas. Inclusive a leitura dos textos de Teatro e de Literatura também me abriram horizontes, pois muitas vezes eu procurava mil maneiras diferentes de apresentar uma história, quando o principal estava ali, o meu aluno, ser humano, que poderia ser parte dessa história. Passei a usá-los mais, e deu certo, nem eu sabia que eles gostavam tanto de teatro, cada vez que vou apresentar uma história todos querem participar.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Sem ter medo de errar

Na aula presencial de Teatro, ficou claro que errar é humano e que é errando que se aprende, por isso nossos alunos constroem o conhecimento também a partir dos seus erros. Eu sempre tive vergonha de apresentar na frente de várias pessoas, mas o professor naquele dia durante a atividade mostrou que em conjunto vamos buscando a melhor forma de alcançar o sucesso.

Maria-vai-com-as-outras

Na aula presencial de Literatura do dia 22 de novembro, o meu grupo apresentou a história Maria-vai-com-as-outras, e ficou bem legal. Confesso que achei que não daria muito cetro pois nosso grupo não conseguiu se encontrar para ensaiar, mas dividimos as tarefas via email e saiu tudo certo, eu contava a história e as colegas dramatizavam, como é legal ouvir uma história apresentada de forma diferente e não só lida com o livro, eu me senti uma criança assistindo os colegas apresentarem. Percebo o quanto as crianças gostam de histórias, durante a hora do conto na escola onde trabalho, eles nem piscam e tempos depois ainda lembram da história.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Mudanças

Respondendo aos comentários da Melissa e da Sibicca em relação a postagem o tempo, o saber trabalhar dos professores e a acomodação, cito coisas que apartir da minha vivência no Pead mudaram na minha vida, que comecei a fazer diferente de como eu fazia antes: agora que tenho computador e internet, pesquiso na internet sobre os assunto que estou trabalhando com os meus alunos e mando por email para a escola e a secretária imprimi histórias bem legais para eu confeccionar e contar na hora do conto, estou trabalhando muitas poesias, que antes não trabalhava e também mando por email para imprimir e realizar atividades apartir delas, procuro mensagens e poemas interessantes para colar na agenda das crianças, para os pais lerem no final de semana, que antes não fazia. Também depois das aulas de teatro, fiz uma arrecadação de roupas, calçados e fantasias para as crianças estravazarem ainda mais na sala durante as atividades espontâneas e utilizar em dramatizações, e deu muito resultado, pois eles gostaram muito por ter muitos sapatos de salto. Foi muito legal, logo que eu chego na sala eles já pedem as fantasias, e fico observando as mais variadas histórias que eles criam brincando.
As leituras das diversas interdisciplinas que realizei foram muito significativas para que eu entendesse melhor o meu papel de educadora com tamanha responsabilidade nas mãos, autores como Paulo Freire, Emília Ferreiro, trouxeram muita contribuição para o meu aprendizado. Outro texto que gostei muito foi o Encantos para Sempre, de Ana Maria Machado, por se tratar de contos de fada , e eu adoro contar histórias, fábulas, contos de fada para os meus pequenos.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Brincadeira séria

Em postagem anterior falei da naturalidade das crianças ao brincar na sala, durante a atividade espontânea, brincando e ao mesmo tempo improvisando para o teatro. Falei que até os mais tímidos se soltam nesse momento. Cito agora um exemplo que aconteceu com a minha turma de maternal 2: tenho na turma uma menina muito tímida, quase não fala, a minha colega de turma um dia me disse que nunca tinha ouvido a voz da menina. E um dia observando a brincadeira deles , vi a menina interagindo com dois colegas, ela era mamãe e os outros eram os filhos, então ela com uma naturalidade e desinibição, dava comida aos filhos e os levava para a creche, para ir trabalhar, com uma bolsa das fantasias na mão, da mesma forma que sua mãe faz levando ela e a irmã para a creche. Depois disso percebi o quanto ela gostava de cuidar dos colegas menores que ela. Então na hora da mamadeira , comecei a pedir que ela me auxiliasse entregando a cada um a sua mamadeira, já que ela não toma leite. Ela adorou e agora já perdeu um pouco da timidez e participa mais das atividades. Sem que perceba sempre a observo nas brincadeiras, ela conversa com os colegas e assume papéis muito espontaneamente.

domingo, 28 de outubro de 2007

Brincadeira séria.


Quando as crianças brincam sozinhas ou em grupos, imaginando, fantasiando, revivendo cenas do seu cotidiano estão resolvendo conflitos, trabalhando seus medos, angústias, e ao mesmo tempo estão também improvisando, fazendo teatro, na mais pura espontaneidade, assumindo papéis. Basta observarmos nossos alunos durante as atividades espontâneas, até os mais tímidos se soltam nesse momento.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Todos são capazes.

"Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de jogar e aprender a ter valor no palco". Esse trecho do texto "A experiência Criativa", me fez lembrar a aula presencial de teatro, onde muitas colegas disseram não ter muita afinidade com o palco, inclusive eu, e as atividades foram se desenvolvendo e aos poucos todos foram mostrando que eram capazes, é só ter vontade. Assim aconteceu na realização das atividades propostas com as crianças, no primeiro momento muitos se mostraram receosos, e a medida que começaram a avançar de uma atividade para outra a euforia foi contagiando a todos, que depois eles já se organizavam de maneira natural.