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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Dança das almofadas

Criança adora brincadeiras, no fórum de Ludicidade citei uma

brincadeira que faço sempre com os meus alunos e eles gostam

muito, e que modifiquei um pouquinho para obter melhores resultados:

Olá amigos!
Tenho uma turminha de maternal 2, faço muitas brincadeiras com eles.

E uma que eles gostam muito é a dança das cadeiras, no caso deles,

como são pequenos eu faço a dança das almofadas. Ponho uma

almofada a menos e uma música bem legal, de preferência da Xuxa,

que eles adoram, e todos começam a dançar na volta das almofadas,

até que de repente a música pára e eles procuram uma almofada para

sentar, um ficará sem lugar para sentar. Mas o interessante nessa

idade é que eles não querem perder nunca e sair da brincadeira,

dá choro, brigas, e no final a brincadeira fica sendo traumatizante

para eles, pois eles ainda não sabem competir. Então sempre faço

como sendo também um vencedor quem sai, pois aquele que

ficar sem almoda ganha um beijo da professora e leva uma

almofada para sentar fora do grupo que está brincando.

Por incrível que pareça, isso deu muito certo, ninguém

chora, e eles acham maravilhoso ganhar a almofada para

sentar. É legal ver que com coisinhas bem simples,

conseguimos contornar uma sirtuação e agradar a todos.
Outra variação da brincadeira para não haver competição

é dividir a turma em 2 grupos, e fazer 2 danças das almofadas,

e o aluno que ficar sem almofada de um grupo passa para o outro

para brincar novamente, assim todos brincam sempre e ninguém

é eliminado da brincadeira. É claro que numa turma de

maternal 2, é preciso ajuda da tia (auxiliar), para que dê tudo

certinho, e eu sou abençoada com a minha (Tia Sônia) ela me

ajuda em tudo, é maravilhosa.




sábado, 17 de novembro de 2007

O tempo, o saber trabalhar do professor e a acomodação


O tempo dá experiência e qualificação ao professor, mas também pode trazer acomodação ao mesmo, fazendo o seu trabalho virar uma rotina, penso que isso aconteça com aqueles que não tem verdadeiro amor pelo que fazem, apenas cumprem o seu horário, sem motivação nenhuma e não percebem o valor do seu papel como educador e a responsabilidade que tem em suas mãos. Quem ama o que faz, faz tudo com amor, buscando sempre inovar, melhorar, e o seu trabalho se torna um brincadeira gostosa e divertida! Como disse Tânia Fortuna em entrevista, "A criança brinca de trabalhar e o adulto trabalha brincando se o seu trabalho for feito com amor e prazer". Então o tempo nesse caso só vai ajudar a melhorar o seu saber trabalhar. Pena que muitos professores estão na profissão errada!
Eu adoro o que faço, e o tempo que já vivenciei no PEAD, me provocaram várias mudanças, acredito que para melhor! Através da leitura dos textos das diversas interdisciplinas, as aulas presenciais e a reflexão que fiz ao realizar as atividades, me abriram os olhos para muita coisa, observo mais as crianças, diversifico mais as minhas aulas, utilizo a teconologia que aprendi sempre durante o processo de cada projeto de aprendizagem, percebo que sempre posso melhorar ainda mais, pois faço o que gosto.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Brincadeira séria

Em postagem anterior falei da naturalidade das crianças ao brincar na sala, durante a atividade espontânea, brincando e ao mesmo tempo improvisando para o teatro. Falei que até os mais tímidos se soltam nesse momento. Cito agora um exemplo que aconteceu com a minha turma de maternal 2: tenho na turma uma menina muito tímida, quase não fala, a minha colega de turma um dia me disse que nunca tinha ouvido a voz da menina. E um dia observando a brincadeira deles , vi a menina interagindo com dois colegas, ela era mamãe e os outros eram os filhos, então ela com uma naturalidade e desinibição, dava comida aos filhos e os levava para a creche, para ir trabalhar, com uma bolsa das fantasias na mão, da mesma forma que sua mãe faz levando ela e a irmã para a creche. Depois disso percebi o quanto ela gostava de cuidar dos colegas menores que ela. Então na hora da mamadeira , comecei a pedir que ela me auxiliasse entregando a cada um a sua mamadeira, já que ela não toma leite. Ela adorou e agora já perdeu um pouco da timidez e participa mais das atividades. Sem que perceba sempre a observo nas brincadeiras, ela conversa com os colegas e assume papéis muito espontaneamente.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Sonho meu...


Que não tem sonhos? Eu tinha vários sonhos e o meu ingresso na UFRGS fez mudar meus planos e almejar outros sonhos. Agora um dos meus maiores sonhos é a minha formatura na UFRGS, eu não pensava em cursar uma faculdade agora e na verdade não estava muito animada no começo do curso, mas o tempo foi me mostrando o quanto as aulas são enriquecedoras e prazerosas, e muito estou aprendendo, então agora posso dizer que estou me sentindo muito feliz e realizada estudando novamente.

domingo, 28 de outubro de 2007

Brincadeira séria.


Quando as crianças brincam sozinhas ou em grupos, imaginando, fantasiando, revivendo cenas do seu cotidiano estão resolvendo conflitos, trabalhando seus medos, angústias, e ao mesmo tempo estão também improvisando, fazendo teatro, na mais pura espontaneidade, assumindo papéis. Basta observarmos nossos alunos durante as atividades espontâneas, até os mais tímidos se soltam nesse momento.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

A BOLA DA VEZ

Na aula presencial de ludicidade, brincamos de "A bola da Vez", e com essa brincadeira aprendi uma coisa nova, que mudou meu modo de pensar. A professora parou a brincadeira e disse que com as crianças podíamos dar um tempo também, para que elas ansiassem por mais, para que a possibilidade de brincar mais ficasse no ar, aumentando o interesse pela brincadeira. Eu pensava diferente, brincava até que todos tivessem participado, mas no fim os primeiros que já tinham brincado perdiam o interesse e atrapalhavam a brincadeira, mas eles são pequenos, de maternal 2, e eu ficava com pena de acabar a brincadeira antes de todos participarem. Então com essa aula maravilhosa, eu me dei conta de que eu posso parar a brincadeira e começar uma outra em que participem os que não participaram da primeira e parando logo aí, sem que eles saibam que foram divididos.